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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

2017.07.17-.08.01. 2 semanas de Índio, parte 1 - Comboios

2 Semanas de Indio 

Parte 1 

Comboios




Então lá estava eu no Terminal de Jacaraipe na região metropolitana de Vitória ao Aguardo dos amigos Argentinos que conhecera na sexta no meeting dobradinha Poliglota-CouchSurfing para que iniciássemos nossa viagem caroneira rumo à Salvador com paradinha em Porto Seguro, ao menos era o que esperávamos, doce inocência.

Marcamos às 10. Cheguei às 11 eles meio dia. O bom? O dinheiro que me deram pra pagar o ônibus e consegui carona comprei de amendoim. Mangueei a net do telefone de um manolo que comia comida de terminal rodoviário para ver se eu entrava em contato com eles pra saber se já haviam chegado ou não e no momento que consegui eles me assustaram me achando primeiro presencialmente. Magnífico, só me assustei com o tamanho de mala que nosso amigo Eric carregava. Gigantesca, azul, sem rodinhas, digo, já tinha perdido as originais e estava recauchutada. 

Logo fomos à espera do ônibus 854 Terminal Jacaraípe-Praia Grande, que passa um pouco de Nova Almeida e vai até o  Portal do Rio Preto que fica antes do SESC de Praia Formosa, no Trevo para entrada para mini distrito de Rio Preto na Divisa de Fundão e Aracruz. Até aí usei 0 reais. 

Daí o bus já pega a estrada litorânea e é bem bonito! Viva  a 010. Perguntei à cobradora, onde c libera nois na 010, o mais longe que passe devagarinho???!

- Relaxa, é no Portal de Aracruz.
- Mas é na 0...
- Senta lá e espera!
- hru.... OK.






Logo chegamos Ao PORTAL. óoooo
O portal

 Esse ponto é excelente para Carona, mas como éramos 3 machos estava demorando um pouco apesar de alguns carros já terem parado e terem percebido que por irem muito perto não adiantaria muito e só poderiam levar um ou dois. Minhas preocupações eram que:

1.Era a primeira vez em que pegavam carona no Brasil então havia uma expectativa que eu queria cumprir [sim, sou um caroneiro bastante técnico e possivelmente não tem nada a ver com eu ser capricórnio em escorpião com lua em escorpião (discutíamos isso em Serra, antes da Partida com o amigo astrólogo, escritor, turistólogo, jornalista e leão comedor Thiaguera)];

2. Eles mal falavam português, se nos dividíssemos ficaria difícil para um deles.


3.Dois de nós não tínhamos dinheiro, e o argentino sem dinheiro também não tinha qualquer meio de se comunicar com os outros. O outro argentino é o da mala intransponível.


4. Eu não conhecia a pista.




Portanto o tempo passou e resolveram pegar um bus que passou e, de acordo com os presentes, iria até  Praia do Saí. Pagamos o bus. Completaram minha passagem. Era algo como 5 reais. E não pude mais comprar amendoim, Que triste. No bus um morador nos convenceu a descer na Praia do Padre pois havia um posto 'bom do lado direito' embora ficasse 3 km antes da barra do Saí. E pelos fatores antes descritos eu cedi À tentação sob efeito hipo-racional e "levei em consideração a opinião de um local que não pega carona". Lembrem-se, isso é um dos pecados do caroneiro , que lhes faz sentir bastante sofrimento no próximo "perrengue" ou problemão que terá que resolver no Ranger de dentes dos pecadores da Estrada.



 
Busque informações já induzindo as respostas. Tipo: Esse posto do lado direito É enorme, gigantesco? (faça gestos com os braços). Quantas dezenas de caminhões param lá à noite ou para almoçar? Tem quebra mola perto onde todos passem bem devagarinho? Tem Quebra mola grandão aí mais pra frente, no trevo, com acostamento grande ou parada de bus? E assim vai. Chegando lá era esse posto:



Desci igual havia descido na prf da saída de Porto Alegre na 116 em dezembro de 2015, frustrante, desejoso de sair voando e entrar dentro do ônibus de novo, gritando não, caímos num vórtice suctório de caroneiros. aeahehehhe
Ao menos mangueei umas bananas, o Elias e o Eric estavam famintos e o Elias não havia dormido pois havia sido aniversário dele no domingo. E o menino só tem 20 anos, caba ômi, comedor.

Demoramos mas um carro deu carona pra nos 3 até pouco antes da Barra do Saí, coisa de uns 2 km. Uma das mais curtas caronas coletivas da minha vida. E aí percebemos que nossas malas eram muitas. 2 mochilões de 70 litros, + duas mochilas de 30 litros + uma mala gigante azul, quase sem alça e sem rodinha, perdida na estrada. heahhe Chegamos a um ponto de ônibus horrível pra pegar carona no bairro de Mar azul:

Acabou que chegava perto da Noite e perdiam a paciência. Até que vinha um Bus do (calma, as caronas vão começar)... que ia até Vila do Riacho, a cidade antes de Regência que era um dos points por onde iríamos passar, apesar do Crime Ambiental contra a humanidade em Mariana provocado pela Samarco psicopata. Então disseram que pagariam o bus se fosse até a cidade. Então fomos, Passamos pela gigantesco indústria do Jurong... que eu achei engraçado pois lembra meu nome de uma forma filme chinês feito no ceará pelos amigos zuero.. aehaheheh Quem viu Cine Hollywood sabe do que tó dizendo.



Chegamos em Vila do Riacho a poucos metros da Entrada para Regência. Numa parada de Bus que nesta foto ainda não existe, já era noite!


Resolvemos antes de continuar dar um breve tempo. Eles queriam comida, fui manguear nas casas, por frutas e eles arranjarm aqueles  legumes de mercado. Resolvi abrir mão e comer um pouco, mais uma vez movido por medo, larguei o frugivorismo, afinal o futuro era incerto, a estrada dureza, e deveria haver partilha de recursos, as velhas desculpas de sempre. A questão é... Se você quer e é possível, você consegue, meu chapa, é só fazer o que tem que ser feito. Mas como bem percebem, berão ou beram, sou vacilão, com carinho. Foi aí que comendo e alando espanhol, já no horário escolar, las chiquitas saem da escola e escutando nossa charla se aprochegam, foi uma zuera só. As meninas realmente piram num forasteiro, principalmente em pequenas cidades onde poucos forasteiros passam, ainda mais jovens, gatões e desenrolados. Ai, meu, as gatinha se derrete. 

Nossas amigas deliravam quando os meninos falavam espanhol; diziam: nossa, é de verdade mesmo, pode encostar? Aí que mentira..., mas você fala português direitinho....Aí, pode abraçar?  Ai eu quero.

Ora pois pois, depois de meia hora de mader.... depois de meia hora de relaxando decidimos seguir, nos informaram no mercadinho e nas casinhas próximas que abaixo da ponte era bom de acampar e que logo depois havia a entrada para uma fazendinha onde o caseiro era legal e que nos deixaria acampar... Na ocasião éramos 3 com 3 barracas. Elias tinha uma de 3. Eu duas de dois. Eric, a mala.Começamos a caminhar. A ponte era horrível!

Vei. De noite, frio, e esse rio mais cheio, as bordas alagadas... No way!

Resolvemos andar mais. E investigar a fazendinha. Quando de repente vinha vindo um camihão, eu, "o experiente" já estava desacreditado em carona, de noite, na estrada de chão, 3 cabrão cheio de coisa.... a probabilidade era baixa de mais, também levemente sentido por expriências passadas não superadas. Inconscientemente ainda estou levemente ferido, ou em recuperação. aheheh è preciso ser forte. Mas eu fui só descrente mesmo. Elias levanta o dedão e... o caminhão não para... ahehae zuera.. ele parou sim, era um caminhão vermelho bonito, maravilhoso. Mercedão MB 1214, das antigas. Seminovo. aheahe Subimos todos na cacimba e o caba disse que nos levaria para uma fábrica, boa pra acampar. Logo mais à frente. Nada mal. Havíamos decidido anteriormente que em torno do crepúsculo acamparíamos. 



Chegando à Fábrica o mestre que nos deu carono cujo nome esqueço achou um amigo chamado Paulo com quem fomos falar. Paulo logo disse que a ideia era ruim, que os caba mal da vigia nos acordariam e nos mandariam para os quintos dos infernos (no caso, sem ouro), o outro caminhão dizia que era melhor acampar la pro final onde eles não faziam mais vigia, onde o concreto já acabara e onde havia umas árvores para acampar. E nesta discussão ficamos, acabamos falando de futebol, maradona, Messi, Pelé e Regência, eu coleta infos sobre Regência. Todos diziam: a estrada está horrível, a cidade acabou depois do acidente (gerência fica na voz do Rio Doce, destruído pela maldita da Samarco e da Vale, verdugos dos brasileiros e parasitas dos povos indígenas e pobres dentro desta nação.) Então eu cogitava s ainda valia a pena ir. Com pouco movimento, a cidade acabada, estrada difícil pra sair e dar a vola por linhares, cidade grande, sem ponte pra passar direto e do outro lado menos movimento ainda,  viajando em 3, poucos recursos não declaradamente divididos... A noite fria, comecei a cogitara abandonar a ideia de ir a Regência, desta vez.

Caminhamos mais. Até o fim da fábrica. Não pareceu apetitoso. Logo Elias disse, vamos andar mais, e eu pensava (bom... vamos seguir a onda, fuck it all). Até que Elias achou uma vala, e pensou em acampar ali e fazer uma fogueira... aparentemente era onde caminhões jogavam coisas ou manobravam, lhe disse sobre esta possibilidade e obviamente caminhamos mais até chegar a esta encruzilhada

     
                                  
Para onde diabos era regência? Um carro escuro vinha, e eu pensei Why not. In hell. Hug the devel. Gritei: dedão pra cima, geral.. aehaeh E o carro parou... Era índio. E ele ia para a tribo! 
- Mas eu não vou pra regência...Regência é pra esquerda, vou pra direita.
Fui desconversando: 
- Não há um lugar melhor para acampar mais para a frente? No caminho que pega? 
- Tem uma árvore, uma manguera grande.
- Muito longe? (que pergunta, foda-se se era longe).
- Não só 2 km.
- Bora
- Então sobe ai todo mundo. Vamos.
O cara não tinha medo. Que maravilha, mas realmente estávamos muito na cada dos forasteiros perdidos tentando chegar em regência... Isso ainda existe na memória das pessoas apesar de a mais de 2 anos terem nos dito que Regência se tornara uma cidadezinha fantasma. Nunca estive nesta época agora para poder dizer por mim mesmo (nossa em quechua essa frase ficaria mais curta).
- Então. A mangueira é logo ali.
- E vc vai pra onde?
- Eu vou pra Aldeia, sou Índio.
- Entendo... Sabe dizer se a gente podia depois ir conhecer a Aldeia? A gente é forasteiro e nunca vimos uma aldeia, adoraríamos ver como é...
- Preciso falar com o cacique
- Ele tá, será que poderíamos perguntar pra ver se podemos acampar também? (o Elias me dava a ideia)
- É possível, ele é muito ocupado, vive fora, mas chegamos, vc atravessa no bote, falamos com ele e se sim, vcs vão.
- Ah, tem um barco?
- É, pra atravessar o rio. Mas com uma madeira qualquer pode pegar os barquinho dali da margem e ir.
- Certo, posso ir junto com vc?
- Pode.

Chegávamos à grande Mangueira, deixamos tudo lá e tiramos zerinho ou um pra ver quem ia, mas os meninos pediam que eu fosse por falar português, pra negociar com o cacique.

Cheguei na Margem do Rio, chegava outro índio. Perguntamos sobre o Cacique. Ele disse que ia ligar, [spoiler/] sim o cacique tinha smartphone. Rolex e oclão. Mas era gente boa [spoiler/] .
Passou pra mim e falei com o cacique!
- babababa
- Ah, são jovens viajantes? Podem vir. Durmam perto da Igreja.
- Wooooooow. Bigaduuu

Minha emoção explidia, eu voltava à grande mangueira acenando pros cabrão, venham, boludos, venham, vamos pra aldeia de barco no meio da noite.

E aí atravessamos, nos ajudaram com as malas até a praça da igreja. Tudo areia. Mas as construções eram em maioria de alvenaria. Magnífico, estávamos numa aldeia, a Aldeia dos Comboios. Armamos a barraca, resolvi dormir na Rede, o rapaz que atravessou com a gente no barco falava que o sereno era certo que ia dar trabalho, e o frio ia comer, melhor mesmo e barraca, e perguntou se tínhamos fome, tínhamos um mamão e miojo, que eu não como, disse que voltaria lá pelas 9, deixando em aberto se ia rolar um rango. Iou! Havia como que uma mesa cumprida de uns 60 cm de largura e uns 4 de cumprimento. Joguei uns papelões por debaixo, abri umas das barracas e forrei, joguei o saco de dormir e o lençou... O plástico que sobrara pra mim no Raimbow no Bernardo em Pedra Roxa de 4x1,70 m usei pra cobrir, acho que a última vez em que usara fora indo pra colatina da 101, num posto...Dava pra quebrar um pouco o vento, porque ficou alta... estava feito meu ninho. Fizemos uma fogueira, falamos toda sorte de besteira e eu observava para saber se gostavam da aventura. Pareciam estar ainda confusos e pensativos, mas bem alegres e empolgados. Havia banheiro e água corrente. O barulho das ondas quebrando era extremo.. cada quebrada de onda parecia uma explosão de mineração. Tipo daquelas se se escuta em nas Pedreiras em Pirenópolis.


Logo nosso salvador voltou com uma tigelo tamanho família com arroz e frango, os meninos devoraram o frango e parte do arroz. E resolvi comer do arroz também, estava divino. Mas aí começava lentamente a me inflamar, estava sabendo. Depois da primeira quebra do frugivorismo no trabalho do Barco de Belém à Manaus sei como é a inflamação desencadeada pela volta aos cozidos.. aeahaehahae Mas estava divino. 
Falamos mais besteiras e dormimos... Senti pouco frio porque doei o saco de dormir a Elias, que não tinha coberta. 
Noite tranquila de ondas.
Após acordar percebemos que o que parecia ser um tronco velho de árvore era na verdade uma grnde vértebra de Baleia Jubarte Adulta. Esta região toda até parte da Bahia é parte das áreas de migração das Baleias, vira e volta elas encalham, batem nas pedras trazidas por correntes e desgraçadamente morrem, pobres diabas mega inteligentes, sensíveis e magníficas. 

A vértebra deve pesar uns 300 kg e ser mais denso que um tronco de árvore mesmo. Muito rígido e cheio de buraquinhos de nervos minúsculos. Magistral. Como somos ínfimos e arrogantes. Mas ainda assim alegres e lunáticos. Fodam-se os dilemas, vamos viver, com responsabilidade e carinho. Mas ainda assim desobedientemente e safadamente. ATORON.

Como planejado logo fomos para a Praia. Uma das professoras da escola nos mostrou o caminho, logo vimos um senhorzinho de mai de cem anos.. que mágico. Fomos caminhado e o baralho parecia que vinha de todos os lados e de todos os lados vinham novos caminhos. Os meninos estavam já ficando confusos e desacreditados, passamos por duas cercas e caminhamos como 2 kilômetros e eu só dizia... é logo ali, com certeza, mesmo que eu soubesse pôra nenhuma. Passou por nós somente um pescador com um facão, pensei que íamos morrer e ser comidos, mas o pescador foi-se embora, graças aos deuses da não devoração. quando de repente thcaram bam lam...


O mato baixou e o horizonte se tornou visível ao fim da trilha de mato mediano. Uma praia enorme, gigante. lembrava-me um pouco parte das dunas de Jericoacoara. Achei uma caneca verde no chão, utilizável, guardei.


Ao longe se via uma fumaça da fábrica de celulose próximo ao grande complexo industrial JURONG ahehhahea sim,dava pra ver a jurong. aehahehae há vários kilômetros.
As ondas eram monstras e se devoravam. Mal se formavam as cristas outra maior vinha as  devoravam. Praia deserta, banho impossível sem sofrer sérias complicações físicas, mentais e possível afogamento. Sem chance de salvamento sem mais vítimas. Era como murros, porradões gigantes de Posseidom na parede de Areia grossa da praia dos Comboios. O mar tentando nocautear infinitamente a terra. Com habilidade de fragmentação infinito.


Catarse, reflexão, silencia, observação, ascensão, caldeirão de memórias, sentimentos, percepções, choros e limitações, desbravamento do próprio coração e autosuperação, constatação do agora e da plenitude do ser.
Voltamos em silêncio. Mas logo chegando na praça matracamos de novo, Logo vinha o cacique nos conhecer.  Foi um encontro maravilhoso. Falamos sobre a aldeia, a história de uma grande caminhada que há uma vez ao ano até regência, à pé, pela areia, por dentro da aldeia. Das dificuldades as aldeias e dos Índios neste Brasil. AS brigas por espaço, a pressão dos grandes fazendeiros, dos índios que perdem sua tradição cultural completamente, etc Crescimento.Expansão.

 Hora de levantar acampamento!

E essa mala aí Eric? ahehehehehaha 

O Cacique logo falava com outro cacique,que levaria o pai para linhares para se tratar, mas o carro ia cheio. falamos pouco.  Falaram que Regência realmente tava difícil... Eles tinham um estilo diferente, como os meninos disseram, meio Gangster. aheheh Mas muito gente boas. 


Foi maravilhoso. Logo nos arranjou ajuda para que atravessássemos. Andamos um pouco de volta depois da mangueira, mas estávamos absortos pela força de tudo aquilo e paramos na parada de ônibus. Eric já bufava e 'esbufejava' de tanto carregar a Mala com rodinhas adaptadas menores pesadíssima num solo arenoso completamente irregular, Por isso também parara para usar umas luvas... Demos um tempo, mais uma vez Elias me pede o esqueiro de sobrevivência (que me fora doado ou trocado em Itapipoca com o Mano Jhow há mais de ano, apóes ele ter me abrigado simplesmente por ter me achado pegando carona na pista às 8 da noite, Obrigado Jhon) para fumar un cigarillo. Como verão, esse esqueiro ficou mais com ele que comigo... até hoje, já separados (hahahah)...Até hoje me perguntam, se você não fuma, porque carrega esqueiro? Mesmo tipo de pergunta: Se você não vai morar no Japão, porque estuda japonês? Aí eu pergunto, quando a pessoa parece mais fitness: Você pratica exercício? -sim, claro... Eu, - Por quê, se você não vai pras olimpíadas? Grosso e curto. aheheh Adapte a demanda  pra cada caso. As pessoas se mordem de raiva.... Esperamos ali em semicontemplação... Até que alguém  vinha de outra rota, uma estradinha. cabia nóis tudo, pedimos carona...e nos deu carona de volta à bifurcação da vida.


Videozin Mara

Continua nos próximos episódios.

Esquemas:


Saída de Vitória, primeiro ônibus.


 Segundo ônibus e primeira carona. Finalmente. Quebrando o Gelo.


Último bus, e duas últimas caronas da night.
Praia e partida para uma nova aventura.

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